A Polícia Federal (PF) deflagrou, em São Paulo, a Operação Mão II, uma ação estratégica voltada para desmantelar um complexo esquema de furto e receptação de computadores subtraídos de agências da Caixa Econômica Federal. A iniciativa, realizada na manhã desta quinta-feira (15), visa não apenas reprimir a atividade criminosa, mas também aprofundar as investigações sobre uma organização que tem causado significativo prejuízo à instituição financeira pública.
Prejuízos Milionários e o Esquema Crimininoso
As investigações preliminares da Polícia Federal revelam que a atuação contínua desses criminosos resultou em um prejuízo estimado em R$ 1,5 milhão para a Caixa Econômica Federal. O modus operandi da organização não se limitava ao furto direto dos equipamentos das agências, mas incluía também a subsequente venda desses computadores no mercado ilegal, configurando um sofisticado esquema de receptação. Essa prática criminosa impacta diretamente os cofres da instituição pública, afetando a infraestrutura tecnológica essencial para o atendimento à população.
A Intensificação das Investigações: Segunda Fase da Operação
A Operação Mão II representa a continuidade e o aprofundamento de um esforço investigativo iniciado anteriormente pela Polícia Federal. Ao se tratar da segunda fase, a PF busca intensificar as apurações, utilizando as informações e evidências coletadas na etapa prévia para identificar e capturar outros indivíduos envolvidos na organização criminosa. O principal objetivo é desestruturar completamente a rede, mirando não apenas nos executores diretos dos furtos, mas também nos responsáveis pela logística, distribuição e comercialização dos equipamentos subtraídos, visando desmantelar a totalidade da cadeia criminosa.
Com a deflagração da Operação Mão II, a Polícia Federal reafirma seu compromisso em proteger o patrimônio de instituições financeiras públicas e combater crimes que lesam o erário e a segurança dos serviços bancários. A ação em curso sinaliza a persistência das autoridades em desmantelar redes criminosas complexas, cujos desdobramentos prometem trazer mais luz sobre a extensão e os responsáveis por esses furtos, garantindo a responsabilização dos envolvidos e a recuperação dos ativos públicos.

